"Sou eu que começo ou é você que começa? [...] Sou eu que começo! [...] E eu começo como? Eu vou falando por ordem cronológica ou o que me vier na cabeça?"
(Mercedes, personagem de Lília Cabral - Divã, 2009)

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' escorre

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O dia estava estranho. Podia até dizer que estava sem sentido, se não fosse tudo aquilo que ela estava sentindo. Já havia chorado, já havia gargalhado. Os olhos inchados denunciavam que alguma coisa acontecia, mas sabe-se lá o que? Não! Não se sabia o que era. Contou nos dedos para confirmar a TPM - desconfirmado. TPM só depois do carnaval. Deixou de lado certas coisas, priorizou outras.


Olhava e deixava escorrer alguma coisa. E tinha certeza que não queria chamar aquilo que escorria com o nome que seu pensamento insistia em avisar-lhe: fim.

10 pessoas quiseram falar também!:

@line-;-- 16 fevereiro, 2009  

angustia, nó na garganta... isso é mto ruim! :(

bjm querida e parabéns pelo canudo, faço bom uso dele!

Camila M. Schuch 16 fevereiro, 2009  

Aiii, o fim... inevitável...

Beeijos

Marco Antonio 16 fevereiro, 2009  

Ai mania de ficar me remetendo a reflexões difíceis. Não complica, cara.

Bruno 17 fevereiro, 2009  

Mas sempre sobra o consolo, aquela frasezinha meio chavão mas tão verdadeira de que um fim é sempre um novo começo, né?

(belo blog, volto mais vezes...)

Su 17 fevereiro, 2009  

Lágrimas rolando por aii?! =S

Que aconteceu, flor?!

Beijos....

*qlqr coisa, me chama!!

MAhkau 17 fevereiro, 2009  

o fim pode se tornar um novo começo!


(vc nem imagina o clima...)

C.L. 17 fevereiro, 2009  

Fins sempre são dolorosos, mesmo aqueles que já sabíamos que teria um fim (às vezes até com dia e hora marcados).
Imagino ser este o caso. E ainda vem o medo do novo, do desconhecido, de virar adulta, das responsabilidades...sei bem o que é isso, se é que entendi corretamente, claro.

Beijos, dra.!

Vinícius Aguiar 18 fevereiro, 2009  

Há coisas que simplesmente não se descrevem... acho que este é um dos casos....finais quase nunca são finais de fato, mas quando os são, esse aperto não tem nome nem intensidade, simplesmente existe!

carla m. 19 fevereiro, 2009  

enquanto isso, o ar podia ser cortado a facão...

20 fevereiro, 2009  

Vc sabia que todo fim é um novo começo?

;)

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