Aquele bilhete
Parecia uma festa e ela estava de longo. Vestido azul claro estampado com tons de verde, de um tecido levissímo que esvoaçava. Cabelos soltos e uma sandália baixa na cor areia.
Thereza estava linda, sorridente e encontrava com muitas pessoas sem rosto. Ela nunca tinha vivenciado isso, mas nesta festa era o que mais acontecia: cumprimentava pessoas sem rosto.
Ao longe, avistou um rosto. Não foi o único rosto que ela vira nesta noite, mas fatalmente era o único do qual ela se lembraria no dia seguinte. Sorriu em contribuição ao sorriso dele. Aproximou-se e ela o conhecia. Sorriu mais uma vez, expressando o alívio e a felicidade de encontrá-lo por ali. Mais um acaso? Talvez não...
Abraçaram-se. Ele arriscou algo mais íntimo e Thereza recuou. Não porque não tivesse interesse, mas sim porque tinha interesses demais! Conversaram e sentados se acomodaram sobre uma rede que descansava ao verde da grama. Riam. E aquela era a cena mais gostosa que eu já vira, desde que comecei a observar Thereza. Ela estava feliz.
Ele, sentindo-se mais a vontade debruça sua nuca sobre as pernas de Thereza e brincando com as mãos dela, lança o início do cafune. Eles riam, se olhavam. E de longe, eu tentava cada vez mais me aproximar...
Seus olhos refletiam um ao outro. Espelhavam seus sorrisos. Aumentavam a medida que se aproximavam.... Beijaram-se. Thereza se perdeu neste instante. Ele tinha um papelzinho nas mãos, porém ela adormeceu antes do tempo.
Logo cedo, Thereza encontra um bilhete. Nele dizia: "Você não pode viver onde me encontra. São apenas sonhos".
Ela esfregou os olhos e levantou da cama.
Thereza estava linda, sorridente e encontrava com muitas pessoas sem rosto. Ela nunca tinha vivenciado isso, mas nesta festa era o que mais acontecia: cumprimentava pessoas sem rosto.
Ao longe, avistou um rosto. Não foi o único rosto que ela vira nesta noite, mas fatalmente era o único do qual ela se lembraria no dia seguinte. Sorriu em contribuição ao sorriso dele. Aproximou-se e ela o conhecia. Sorriu mais uma vez, expressando o alívio e a felicidade de encontrá-lo por ali. Mais um acaso? Talvez não...
Abraçaram-se. Ele arriscou algo mais íntimo e Thereza recuou. Não porque não tivesse interesse, mas sim porque tinha interesses demais! Conversaram e sentados se acomodaram sobre uma rede que descansava ao verde da grama. Riam. E aquela era a cena mais gostosa que eu já vira, desde que comecei a observar Thereza. Ela estava feliz.
Ele, sentindo-se mais a vontade debruça sua nuca sobre as pernas de Thereza e brincando com as mãos dela, lança o início do cafune. Eles riam, se olhavam. E de longe, eu tentava cada vez mais me aproximar...
Seus olhos refletiam um ao outro. Espelhavam seus sorrisos. Aumentavam a medida que se aproximavam.... Beijaram-se. Thereza se perdeu neste instante. Ele tinha um papelzinho nas mãos, porém ela adormeceu antes do tempo.
Logo cedo, Thereza encontra um bilhete. Nele dizia: "Você não pode viver onde me encontra. São apenas sonhos".
Ela esfregou os olhos e levantou da cama.
