...que geralmente agrada.
Do tipo que as pessoas geralmente querem ter por perto.
Sou do tipo romântica.
Do tipo inteligente.
Sou do tipo interessante.
Sou do tipo falante.
Sou do tipo consumista, do tipo consciente.
Sou do tipo que estuda de véspera e tira 10,0.
Sou do tipo que tenho os melhores amigos, os mais bonitos, os mais legais.
Sou do tipo que tenho opinião para tudo, que adoro ler, aprender e conversar.
Sou do tipo que faz sacrificios
do tipo protetora....
Sou do tipo que gosta de ensinar, de estudar em grupo.
Sou do tipo que amo sorrisos.
Do tipo que não se encontra por aí.
Sou do tipo conquistável,
do tipo conquistante.
Sou do tipo criativa, que tem as melhores (ou mais interessantes) idéias.
Sou do tipo que usa a fantasia mais legal.
Sou do tipo que ajuda os amigos, que aconselha e que precisa ser aconselhada.
Sou do tipo corajosa. Do tipo cara de pau.
Sou do tipo que sabe se comportar em um jantar elegante.
Sou do tipo que gosta de dançar funk.
Sou do tipo que sonha em ser mãe.
Sou do tipo que sonha em casar, com véu, grinalda e uma bela música de fundo.
Sou do tipo maluca.
Sou do tipo sensata.
Sou do tipo justa.
Sou do tipo que sabe andar de salto.
Sou do tipo que ama andar descalça.
Sou do tipo eu mesma.
Quem sabe, o tipo de alguém !?!
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Essa tal liberdade...
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Geralmente a palavra "liberdade" significa a condição de um sujeito não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter total poder sobre si mesmo e sobre seus atos. O desejo de liberdade é um sentimento extrema e profundamente arraigado no ser humano. Escolhas que fazem o homem enfrentar a si mesmo e exigem dele uma decisão responsável quanto a seu próprio futuro, parecem estar intimamente ligadas à liberdade.
A capacidade de raciocinar e de valorizar de forma inteligente o mundo que o rodeia, é o que confirma ao homem o sentido da liberdade entendida como plena expressão da vontade humana. Mas a liberdade é só isso? É tudo isso?
Teorias filosóficas e políticas, de todos os tempos, tentaram definir liberdade quanto a determinações de tipo biológico, psicológico, econômico, social etc.
E quase todos, para não ser extremamente determinista e dizer todos, puderam perceber que a liberdade é abstrada demais, caracterizada por uma carga intensa de ideologia(s).
E quase todos, para não ser extremamente determinista e dizer todos, puderam perceber que a liberdade é abstrada demais, caracterizada por uma carga intensa de ideologia(s).Do ponto de vista legal, o indivíduo é livre quando a sociedade não lhe impõe nenhum limite injusto, desnecessário ou absurdo. Mas ele é livre mesmo? Nada controla ou subordina esse individuo? Mesmo que imperceptívelmente, de início?
A liberdade se manifesta como uma certeza primária que percorre toda a existência, essencialmente nos momentos em que se deve tomar decisões importantes e nos quais o indivíduo sente que pode comprometer sua vida. "Você é livre para escolher o que quiser" - o que significa que qualquer escolha não tão correta deve ser punida, afinal o individuo tinha liberdade para escolher qualquer outra coisa.
Todo mundo há de convir comigo, que é universal a idéia de que a responsabilidade é do indivíduo, sobre suas ações em circunstâncias normais, e em razão disso o premia por seus méritos e o castiga por seus erros.
Considerar que alguém não é responsável por seus atos, culturalmente, implica diminuí-lo em suas faculdades humanas, uma vez que só aquele que desfruta plenamente de sua liberdade tem reconhecida sua dignidade.
Porém, há de convir comigo também, que não é bem assim que as coisas funcionam "in the real world!"
Que jogue a primeira pedra quem nunca disse: "Não tinha outro jeito..." , "Foi o melhor a ser feito...". Isso não é um erro! Excluindo os espertinhos de plantão, já pensou se, de fato, "não tinha outro jeito" mesmo? Se as coisas caminharam para ser assim?
Não acredito em destino, carma e essas coisas determinantes. Acredito que arquitetamos nosso presente de acordo com nossos comportamentos e atitudes. E que nossos comportamentos são causa e consequência de outros comportamentos, nossos e alheios.
Não quero encerrar com um conceito pronto ou um belo parágrafo bem escrito. Queria repartir com os leitores deste blog alguns dos meus pensamentos e acrescentar os que aparecerem.
Reflexão...
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Pensamentos
Sentimento travestido
domingo, 24 de fevereiro de 2008
- Moço, como é que funciona?
- Do jeito que quiser. Tem quem pede por quilo. Tem quem pede pela qualidade. Tem quem pede pela aparência...
- Custa caro?
- Caro eu não digo, mas custa esforço.
- Para manter, né moço?!
- É...
- E pode devolver se não gostar?
- Pode sim! Mas eu não gosto muito não, viu! Porque peça machucada demora muito pra sair.
- Os outros clientes não levam?
- Né isso não! Eles nem põe reparo de ínicio! É a peça mesmo que precisa de um tempo para ficar boa. Tem quem dê um jeito nos machucados depois que leva, mas é difícil.
- Entendi...
- Vai levar qual?
- Vou voltar outro dia....
- Do jeito que quiser. Tem quem pede por quilo. Tem quem pede pela qualidade. Tem quem pede pela aparência...
- Custa caro?
- Caro eu não digo, mas custa esforço.
- Para manter, né moço?!
- É...
- E pode devolver se não gostar?
- Pode sim! Mas eu não gosto muito não, viu! Porque peça machucada demora muito pra sair.
- Os outros clientes não levam?
- Né isso não! Eles nem põe reparo de ínicio! É a peça mesmo que precisa de um tempo para ficar boa. Tem quem dê um jeito nos machucados depois que leva, mas é difícil.
- Entendi...
- Vai levar qual?
- Vou voltar outro dia....
(Mariana falando de coisas através de outras coisas)
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Aconteceu comigo...,
Contos,
Diálogos,
Pensamentos
Leve a vida com bom humor.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Não importe-se demais com os contratempos corriqueiros. Leve a vida com bom humor. Digo isso pois, na maioria das vezes que usei do meu bom humor, me sai bem dos contratempos desagradáveis e não fiquei remoendo as atitudes tomadas posterioremente. Em compensação, as vezes que agi sem paciência e sem bom humor, em sua maioria, ofendi, magoei e perdi chances de dar boas gargalhadas.
Se há uma coisa de que me orgulho é do meu bom humor. Tenho também meus momentos azedos, óbvio, mas de modo geral eu sou bem humorada e levo a vida com menos pesar. Tomo a liberdade de falar sobre os beneficios do bom humor, embora a pouca idade, porque aprendi que "o primeiro que fala é o primeiro que escuta" e talvez, seja essa mesmo a (minha) necessidade atual.
Ria dos contratempos. Foi assim que colecionei tantas histórias engraçadas para contar ao invés de rugas de preocupação, dramas e tragédias. Perder o ônibus, tem momentos (todos eles, acredito), é a pior coisa que se podia acontecer. A diferença é não deixar virar uma grande tragédia.
Não estou dizendo para sair por aí, rindo de tudo e de todos, das desgraças alheias e das próprias. Estou dizendo para tentar levar a vida com mais bom humor. Tentar enxergar as coisas por um lado mais positivo. Sem entrar no mérito do tal do "Segredo".
Três minutos não atrasa sua vida por completo. Pode até pensar que sim no momento, mas não atrasa.
Se há uma coisa de que me orgulho é do meu bom humor. Tenho também meus momentos azedos, óbvio, mas de modo geral eu sou bem humorada e levo a vida com menos pesar. Tomo a liberdade de falar sobre os beneficios do bom humor, embora a pouca idade, porque aprendi que "o primeiro que fala é o primeiro que escuta" e talvez, seja essa mesmo a (minha) necessidade atual.
Ria dos contratempos. Foi assim que colecionei tantas histórias engraçadas para contar ao invés de rugas de preocupação, dramas e tragédias. Perder o ônibus, tem momentos (todos eles, acredito), é a pior coisa que se podia acontecer. A diferença é não deixar virar uma grande tragédia.
Não estou dizendo para sair por aí, rindo de tudo e de todos, das desgraças alheias e das próprias. Estou dizendo para tentar levar a vida com mais bom humor. Tentar enxergar as coisas por um lado mais positivo. Sem entrar no mérito do tal do "Segredo".
Três minutos não atrasa sua vida por completo. Pode até pensar que sim no momento, mas não atrasa.
Leve a vida com bom humor - e como disse meu amigo me completando - Leve bom humor para sua vida!
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Aconteceu comigo...,
Pensamentos
Este é para os loucos!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Este texto tem um autor que não sou eu. Eu tinha a referencia dele. Inclusive, eu acreditava que estava no mesmo arquivo, mas não está. Então, se você sabe quem escreveu me ajuda a fazer os devidos créditos.
"Este é para os loucos, os rejeitados, os rebeldes, os causadores de problemas. Aqueles que não se encaixam em posição alguma, aqueles que vêem as coisas de maneira diferente. Eles não gostam das regras, e eles não têm respeito algum pela situação presente. Você pode copiá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Entretanto, a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los, porque eles mudam as coisas, eles empurram a raça humana para frente, e enquanto alguns podem vê-los como loucos, nós os vemos como gênios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para acreditar que podem mudar o mundo são aquelas que fazem a diferença."
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Pensamentos
Arrumanças = arrumação + mudança
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
É, hoje foi um dia e tanto! Mudei o quarto. Mexi na bagunça. Joguei fora papéis velhos. Guardei fotos numa caixa. Troquei a cama, o armário, os módulos, tudo de lugar. Só a televisão que permaneceu intacta. Coisas de antena.
Arrumar as coisas me tira do sério. Não sei porque! Eu juro que não sei mesmo o porque. Quem não gosta de ficar num lugar arrumadinho? Todo mundo gosta. Até eu, uma preguiçosa de marca maior, gosto!
Então tomei coragem, arregacei as mangas, e passei o dia organizando as coisas. Foi quase uma sessão de tortura, mas no final é que eu me dei conta de como eu precisava daquilo.
Limpar, tirar o que não serve mais, trocar e dormir bem de novo.
Meu quarto é um reflexo nítido do meu movimento. Tirar coisas, mudar coisas, jogá-las fora é amargo a princípio, e por isso eu demoro demais para fazê-lo. A amargura é tamanha que não sobrepõe o alívio de tê-lo feito, embora o alívio sempre exista.
Um novo quarto, uma Mariana nova. Ficou clichê demais e vai continuar assim. É a pura verdade.
E eu nem precisei usar o Feng Shui. Precisei só da minha mãe!
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Aconteceu comigo...
O ínicio do fim.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
"Vou deixar fluir" - respondi agorinha para uma amiga sobre o tema deste post.
Estou há mais de meia hora olhando para a tela do computador e nada fluiu...
Tudo que fluiu foram lembranças. Maravilhosas e amargas. Quase simultaneamente cortando meu sorriso ao meio.

Penso: - É este lugar! Só pode ser! É o teclado, a cadeira, mesa, as músicas salvas, fotos...
"Tem certeza que deseja excluir os arquivos?". Sim!
Vou deixar fluir. Vou deixar as palavras tomarem suas formas.
Elas não tomam forma alguma hoje. Hoje foi o ínicio do fim.
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Olhar romântico,
Pensamentos
Sem moral da história.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
É isso. Sem textos longos, sem rimas, sem palavras bonitas e sem moral da história.
Hoje eu só preciso de um bom banho e uma cama confortável. Sonhos tem me atormentado. Talvez um colo ajudaria. Mas um colo sempre precisa partir.
Assim como eu também precisei.
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Inutilidades
Escolhas
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Já falei sobre isso em outro post. E confesso que este não era o tema que eu estava pensando para postar hoje. Mas o Blogger me ajudou, deu pau e o post se perdeu, fazendo com que eu escolhesse um tema menos ofensivo e que talvez fale com mais romantismo (o que é muito mais minha cara) do que eu preciso falar.Escolhas implicam que se abra mão de alguma coisa. Implicam que você perderá e ganhará - impreterivelmente.
Quem não quer perder nada, também não ganhará nada. Escolhemos sempre, o que significa que o que temos hoje são resultados de nossas escolhas.
Uma família boa, carinhosa, respeitosa ( e invejável) é fruto de muitas escolhas. A escolha de um casal de ter filhos (perdendo, talvez a liberdade e mantendo a responsábilidade de uma vida sem filhos, porém, ganhando inúmeras coisas que pais podem falar melhor do que eu), a escolha de educá-los de uma maneira 'x', a escolha destes filhos em serem carinhosos com os pais, a escolha de ouvirem seus conselhos, broncas etc.
Um bom emprego, ser dono de um negócio, ou apenas manter-se empregado é fruto de escolhas. Escolhe-se envolver mais ou menos no serviço, escolhe-se trabalhar até tarde, escolhe-se chegar atrasado, escolhe-se não constituir família para ganhar mais dinheiro, com mais independencia, versatilidade. Da mesma forma que se escolhe o inverso.
Falo de escolhas pois, em qualquer aspecto da nossa vida há sempre mais de um caminho a seguir, e tenho me visto atordoada defronte a bifurcação de escolhas.
Ganharei e perderei em qualquer uma delas, é fato. Fico pensando, como qualquer mortal egoísta, qual perderei menos e ganharei mais. Infeliz pensamento. Entendo que quando se trata de escolhas a longo prazo, as perdas e os ganhos não são mensuráveis imediatamente. Talvez seja por isso tantas escolhas equivocadas.
Posso escolher não escolher. E em algum momento alguém escolheria por mim. O que não deixa de ser uma escolha. Algumas pessoas escolhem mentir consecutivamente, outras escolhem acreditar consecutivamente em mentiras. Algumas pessoas escolhem se doar, outras escolhem esperar pelas doações. Algumas escolhem aventurar-se, outras escolhem permanecer na inércia.
Talvez, hoje, eu esteja escolhendo ser feliz.
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Hello, Stranger!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Já assistiu Closer- perto demais ? É um filme que ao mesmo tempo que amo, odeio.
Amo pelo significado que ele me remete. Odeio porque os personagens são tão infiéis, cínicos, tão reais.
A história é tão fiel à realidade, a dura realidade de um relacionamento, que chega a doer.
Aquela música: " I can't take my eyes of you.." (não consigo tirar os olhos de você), seguidos de traições, inverdades, declarações de amor e mais traições, são escrachadamente a realidade amorosa. Uma teia de contradições. Amor tamanho, respeito mínimo. Desejo, distância. Idas e vindas. Sumiços. Retornos. Saudade. Indiferença. Prioridade. Falta de prioridade. Lembrança. Esquecimento. Palavras lindas ditas. Atitudes zero.
"Hello, stranger!" ( Olá, estranho/desconhecido)- uma das falas que me encanta.
O desconhecido fascína, hipnotiza. Quanto mais desconhecido melhor. Menos contato, menos dor.
Quanto mais as pessoas te conhecem e você se permite gostar delas, mais elas sabem como te machucar.
Desconhecido. Desconhecida. Seja quem for. Falo do filme para não falar de mim.
Veja o trailler.
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Saudade...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Nestes últimos dias tenho sido tomada por um imenso sentimento nostálgico. Saudade, talvez seria a palavra ideal (por isso a usei no título). Saudade do colégio. De ficar sentada na porta da escola, com o fichário no colo, jogando truco, rindo e falando coisas sem sentido. De querer fazer as coisas mais sem sentido e mais inacreditáveis só para ter história para contar.
E como tenho história para contar. Cada uma mais diferente que a outra.
Na verdade, elas não são tão diferentes assim, elas são só histórias de adolescente. E com meu olhar (um tanto quanto) cômico, elas ficam mais que diferentes: ficam maravilhosas.
Na verdade, elas não são tão diferentes assim, elas são só histórias de adolescente. E com meu olhar (um tanto quanto) cômico, elas ficam mais que diferentes: ficam maravilhosas.
Na última sexta-feira, eu e uns amigos fizemos um churrasco. Da turma do colégio mesmo tinham cinco pessoas, e lá pelas tantas da madrugada regamos a noite com sorrisos, gargalhadas e lágrimas lembrando o tempo do colégio.
No sábado, minha família esteve em casa, e junto com meus primos relembramos milhares de peripércias, também escolares.
Domingo, na casa de um amigo, fotos antigas tomaram conta dos sorrisos.
Vale dizer que eu estudei a vida toda na mesma escola. Desde o maternal I, desde os 2 anos e meio. Vale dizer que meus colegas de sala, hoje eternos amigos, também percorreram esses 17 anos de vida escolar na mesma instituição.
Falando disso agora, eu me lembro de detalhes incríveis, os quais não vou citar pois, tornaria o texto cansativo para um leitor que não tivesse a mínima noção do que este tempo significou para mim.
O fato é que estou pensando sobre isso. O clima nostálgico tomou conta do fim de semana. E eu, absorvi esse clima e desejei profundamente poder voltar no tempo por uns dias.
Nostalgia - foi essa palavra que coloquei no Google para buscar imagens. Apareceu essa figura que ilustra o post. Uma janela.
Pensei em qual significado ela teria para a pessoa que a publicou com este nome. Não importa!
Para mim significa só uma boa imagem. E é para onde vou, para onde olho quando tenho saudade.
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Lágrimas
Hoje o dia amanheceu com cara de choro. Talvez ele tenha derrubado algumas lágrimas durante a madrugada, mas amanheceu apenas com cara de choro. A impressão que dá é que ele vai chorar a qualquer momento e meus pés ficarão molhados com suas lágrimas.
Se você olhar bem para ele, ele pode lhe presentear com um falso sorriso, um pedacinho de sol.
Mas hoje, hoje o dia nasceu com cara de choro.
Leia este post ouvindo Kid Abelha
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Contos,
Olhar romântico
Acabaram as férias dela...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Dela quem??
Da minha terapeuta. As férias "de mim" se esgotaram e eu voltei para terapia. Foi uma boa sessão, mas não haverá nenhum comentário mais detalhado por aqui.
Algumas pessoas me perguntaram se vou mudar o nome do blog.
Não! Não vou mudar porque o nome ficou bom e representa bem o que quero trazer para o blog.
Serão coisas que quero falar, que muitas vezes estarão travestidas de versos, prosas, piadas e histórias inimagináveis.
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Da minha terapeuta. As férias "de mim" se esgotaram e eu voltei para terapia. Foi uma boa sessão, mas não haverá nenhum comentário mais detalhado por aqui.
Algumas pessoas me perguntaram se vou mudar o nome do blog.
Não! Não vou mudar porque o nome ficou bom e representa bem o que quero trazer para o blog.
Serão coisas que quero falar, que muitas vezes estarão travestidas de versos, prosas, piadas e histórias inimagináveis.
Incertezas
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Incertezas me atormentam. Não tem coisa pior que não ter certeza de alguma coisa. Seja a coisa qual for.
Eu até que lido bem com as incertezas, mas isso não significa que elas não me atormentem. Na faculdade, por exemplo, quando tem algum seminário para aprensentar ou uma prova para fazer e a única certeza que tenho é que n
ão estudei, a incerteza de ter ido maravilhosamente bem me atormenta. Eu costumo enganar direitinho nessa hora, mas me atormenta.
Não ter a certeza se o que disse foi bem entendido, me atormenta. Porque, além da incerteza, ser mal compreendida também me assombra.
Não ter certeza do dinheiro no fim do mês me deixa irritada, ainda mais quando é preciso pagar contas e fazer as unhas (não que eu seja uma viciada em unhas feitas, mas quem me conhece sabe que pelo menos uma vez a cada 20 dias eu preciso fazê-las - literalmente).
Agora, quando existe a certeza, por pior que ela seja, ela me traquiliza. Se eu tenho certeza que coisas nunca mais vão sumir, me traquiliza com o sorriso no rosto. Se eu tenho certeza que coisas irão sumir para sempre, embora me corte a alma, me tranquiliza.
Odeio incertezas, embora cultive muitas delas nos meus pensamentos incansáveis.
Odeio incertezas, embora promova-as em pensamentos alheios com muita freqüencia.
Odeio incertezas, embora muitas, e quando digo muitas são muitas mesmo, vezes viva delas a fim de evitar um corte na alma.
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Pensamentos
Sobre o carnaval
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Não sei se entristece ou alegra os leitores deste blog, porém não aconteceu nada muito estranho no carnaval deste ano. O que pode ser justificado pela ausência de álcool.
Foram 4 dias e 5 noites de muita marchinha, amigos e chuva. Tá, não choveu o tempo todo, mas choveu. E chuva no carnaval é ruim.
Ansiosos por noticias do meu pé, né? Nada aconteceu com ele exceto os pisões costumeiros. Ah, no bloco do Saci (o bloco que torci o pé no último carnaval), arrancaram meu chinelo. E isso foi o máximo que aconteceu: pisei no chão molhado de uma combinação chuva-xixi-cerveja, por alguns instantes até recuperar minha fiel Havaianas.
Usei uma peruca branca sábado a noite, eu e minha irmã. Isso é novidade. Primeiro que minha irmã nao gosta muito de usar coisas diferentes e segundo que eu nunca conseguia manter adereços intactos no carnaval. E a peruca fez sucesso. Pena que choveu e a peruca ficou com cara de... cara de...cara de alguma coisa que não é peruca!
Esse ano eu fui mais esperta. Não tirei foto em máquinas desconhecidas. Em compensação tem desconhecidos em fotos que tiramos. Desconhecidos com poses de conhecidos.
Neste carnaval trocaram a frase "tu é malucaaaaa!" (com muita intensidade) por "você tá velha!" (com tom de decepção). Acho que foi a peruca branca.
Bom, carnaval não foi só isso, mas é isso que deu vontade de falar.
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Foram 4 dias e 5 noites de muita marchinha, amigos e chuva. Tá, não choveu o tempo todo, mas choveu. E chuva no carnaval é ruim.
Ansiosos por noticias do meu pé, né? Nada aconteceu com ele exceto os pisões costumeiros. Ah, no bloco do Saci (o bloco que torci o pé no último carnaval), arrancaram meu chinelo. E isso foi o máximo que aconteceu: pisei no chão molhado de uma combinação chuva-xixi-cerveja, por alguns instantes até recuperar minha fiel Havaianas.
Usei uma peruca branca sábado a noite, eu e minha irmã. Isso é novidade. Primeiro que minha irmã nao gosta muito de usar coisas diferentes e segundo que eu nunca conseguia manter adereços intactos no carnaval. E a peruca fez sucesso. Pena que choveu e a peruca ficou com cara de... cara de...cara de alguma coisa que não é peruca!
Esse ano eu fui mais esperta. Não tirei foto em máquinas desconhecidas. Em compensação tem desconhecidos em fotos que tiramos. Desconhecidos com poses de conhecidos.
Neste carnaval trocaram a frase "tu é malucaaaaa!" (com muita intensidade) por "você tá velha!" (com tom de decepção). Acho que foi a peruca branca.
Bom, carnaval não foi só isso, mas é isso que deu vontade de falar.
Aqueles olhos
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Ela fechou os olhos e viu que estava tudo escuro. Ela abriu os olhos e viu que estava tudo claro. Ficou nesse movimento por horas a fio. Escuro, claro, escuro, claro.
Ela tentou dizer que era importante mas aqueles olhos azuis lacrimejaram e ela desistiu. Ela cuida das pessoas, tem abraço meigo, fofo...
Ela aprendeu a medir as palavras e controlar as impulsivas atitudes. Ela sabia direitinho a hora de sorrir. E ele sempre soube tirar os suspiros dela.
Toda noite ela pede para que seja feliz, porém trocaria sua felicidade pela felicidade daqueles olhos...
Ah...aqueles olhos. Se tivessem a olhado. Se tivessem enxergado além do óbvio.
Sons. Notas musicais por toda madrugada. A melodia mais desejada.
Aqueles dedos. Ah...se aqueles dedos dedilhassem mais que notas, mais que palavras.
Ela esperou, esperou, claro, escuro, claro, escuro. Abrindo e fechando os olhos ela vai...
Ela tentou dizer que era importante mas aqueles olhos azuis lacrimejaram e ela desistiu. Ela cuida das pessoas, tem abraço meigo, fofo...
Ela aprendeu a medir as palavras e controlar as impulsivas atitudes. Ela sabia direitinho a hora de sorrir. E ele sempre soube tirar os suspiros dela.
Toda noite ela pede para que seja feliz, porém trocaria sua felicidade pela felicidade daqueles olhos...
Ah...aqueles olhos. Se tivessem a olhado. Se tivessem enxergado além do óbvio.
Sons. Notas musicais por toda madrugada. A melodia mais desejada.
Aqueles dedos. Ah...se aqueles dedos dedilhassem mais que notas, mais que palavras.
Ela esperou, esperou, claro, escuro, claro, escuro. Abrindo e fechando os olhos ela vai...
(Mariana olhando a realidade de um jeitinho poético)
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Contos,
Olhar romântico
Atenção colegas!
Fiquem atentos aos sintomas, você pode estar sofrendo de :
D.S.E.P. Desordem de Stress do Estagiário em Psicologia
Sintomas incluem, embora não estejam limitados a:
01- Vontade de estrangular qualquer pessoa que te diz "Você está tendo problemas pessoais? VOCÊ deveria saber como sair dessa, você é o psicólogo. He he he..."
02- Quando alguém acusa você de "anti-social" porque você tem que estudar em vez de sair, você grita "Não, eu sou obsessivo-compulsivo! Se eu fosse anti-social, eu mandaria você à &%#@% agora mesmo..."
03- Compulsão a diagnosticar e designar planos de tratamento para personagens de TV.
04- Morrer de vontade de curtir uma aventura relaxante, como compras na mercearia, por exemplo.
05- Brincar na internet à noite toda para evitar qualquer atividade "produtiva" (como definiu seu professor).
Essa desordem é causada por:
01- Tentativas de entrar em acordo com pessoas que estão completamente fora da realidade, ou seja, professores.
02- Uma média de 3 horas de sono por semana.
03- Trabalho de dois turnos, além de aulas e estágio, para pagar suas despesas acadêmicas.
04- Uma dieta de pão-de-queijo e chocolate, ingeridas no caminho aula/trabalho/aula.
05- Família, amigos e conhecidos que acreditam que você estará sempre 24 horas livre para escutá-los, e que você nunca tem nenhuma necessidade emocional você mesmo.
(retirado do blog Point of no return)
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D.S.E.P. Desordem de Stress do Estagiário em Psicologia
Sintomas incluem, embora não estejam limitados a:
01- Vontade de estrangular qualquer pessoa que te diz "Você está tendo problemas pessoais? VOCÊ deveria saber como sair dessa, você é o psicólogo. He he he..."
02- Quando alguém acusa você de "anti-social" porque você tem que estudar em vez de sair, você grita "Não, eu sou obsessivo-compulsivo! Se eu fosse anti-social, eu mandaria você à &%#@% agora mesmo..."
03- Compulsão a diagnosticar e designar planos de tratamento para personagens de TV.
04- Morrer de vontade de curtir uma aventura relaxante, como compras na mercearia, por exemplo.
05- Brincar na internet à noite toda para evitar qualquer atividade "produtiva" (como definiu seu professor).
Essa desordem é causada por:
01- Tentativas de entrar em acordo com pessoas que estão completamente fora da realidade, ou seja, professores.
02- Uma média de 3 horas de sono por semana.
03- Trabalho de dois turnos, além de aulas e estágio, para pagar suas despesas acadêmicas.
04- Uma dieta de pão-de-queijo e chocolate, ingeridas no caminho aula/trabalho/aula.
05- Família, amigos e conhecidos que acreditam que você estará sempre 24 horas livre para escutá-los, e que você nunca tem nenhuma necessidade emocional você mesmo.
(retirado do blog Point of no return)
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Inutilidades
Eu finjo
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Eu finjo que esta tudo bem. Isso não é de hoje. As pessoas gostam do meu sorriso. Eu também gosto.
-Você não é mais a mesma! - ouvi muito isso nos últimos quatorze meses.
Que bom que não sou. Hoje eu sou eu mesma, o que significa ter passado anos sendo alguém que eu era. Ontem eu era, hoje eu sou. Talvez bem parecida com o que eu era, mas sou.
Eu finjo que aceitei o fim.
Eu finjo que não ligo pra dinheiro.
Eu finjo que basta sentir.
Eu finjo que não sinto falta, nem saudade, nem sinto mais nada.
-Você não é mais a mesma! - ouvi muito isso nos últimos quatorze meses.
Que bom que não sou. Hoje eu sou eu mesma, o que significa ter passado anos sendo alguém que eu era. Ontem eu era, hoje eu sou. Talvez bem parecida com o que eu era, mas sou.
Eu finjo que aceitei o fim.
Eu finjo que não ligo pra dinheiro.
Eu finjo que basta sentir.
Eu finjo que não sinto falta, nem saudade, nem sinto mais nada.
Que não pareça passividade. Passividade é uma característica que prefiro fingir que não tenho.
Forte, sim! Poderosa, resolvida.
Eu finjo tanto, que finjo estar fingindo...
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Contos,
Pensamentos
Frases
Frases que li em mensagens pessoais do MSN:
"Se a culpa é minha, eu ponho ela em quem eu quiser".
"Se a culpa é minha, eu ponho ela em quem eu quiser".
Gostei, é verdade e eu sou adepta.
"A felicidade não só tem preço, como vem em cápsulas."
"A felicidade não só tem preço, como vem em cápsulas."
Não gostei, me pareceu apologia às drogas. Não gosto de drogas.
"Falta você aqui (aqui teria um emoticon de coração)."
"Falta você aqui (aqui teria um emoticon de coração)."
Gostei e não gostei ao mesmo tempo. Comum demais, embora seja uma declaração.
"Ela que manda!"
"Ela que manda!"
Gostei bastante. Motivos pessoais!
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Inutilidades
O carnaval chegou, finalmente!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O carnaval é o feriado que eu mais gosto. Eu fico muito feliz no carnaval. A quantidade de risada que eu dou no carnaval vale para meu primeiro semestre inteiro de picuinhas psicológicas.Eu gosto porque as pessoas, elas acham que, ficam mais legais no carnaval, e isso é muito engraçado.
Ano passado, por exemplo, tirei várias fotos de uma máquina que não sei de quem é. Porque? Por que a pessoa foi legal comigo. E eu tava achando que eu era legal com ela.
Resultado: tem fotos minha na máquina de alguém que eu NUNCA vi... (e to achando que nem vou ver)
Essas coisas de máquina é estranhamente comum. Aqui em casa já aconteceu. Meu pai tava tão animado para tirar fotos do carnaval que tirou foto de um grupo de pessoas (que ele não conhecia, que ninguém aqui de casa conhecia!) que estavam fantasiados iguais. Ele achou interessante, ué. Foi lá e tirou a foto!
Até aí, tudo bem. Aconteceu que no primeiro dia de aula, no famoso trote tinha uma pessoa, um calouro. Eu achava que conhecia essa pessoa. E conhecia mesmo!!! Tinha uma foto dele no meu computador! Foi a fantasia dele que meu pai achou legal!
Outra coisa que sempre acontece no carnaval: Acidentes com meu pé.
Ou torce, ou bate, ou pisa no formigueiro, ou dá topada, ou todas as coisas juntas.
Um breve relatório sobre meus pézinhos nos últimos carnavais.
2005- Carnaval no clube e em São Luis : pé torcido e rapado no chão de cimento.
2006 - Carnaval em São Luis: pé torcido. Quatro vezes! O mesmo pé!
2007- Carnaval na Praia e em São Luis: espetinho de churrasco enfiado na sola. (Limpem as praias gente!)
Eu falei do pé para não falar das quedas, que são incontáveis e algumas "ilembráveis".
E tem as histórias alheias também. Tenho um amigo que no carnaval foi de chapéu mexicano. Mais ou menos no meio da noite ele não está mais de chapéu, e sim com uma leiteira. (Sim, ele trocou o chapéu por uma leiteira). Legal, ele ta tomando cerveja na leiteira! Acreditem, essa leiteira foi alvo de cobiça! Tinha um catador de latinha que ficava atrás da gente, de espreita.
No dia seguinte, perguntamos sobre a leiteira...
Meu amigo respondeu que trocou por 5 risoles frios. Fico pensando se trocou com o catador de latinha...
O carnaval é bom! E as coisas aqui em casa animam rápido.
Faz um mês que escuto minha mãe cantar marchinhas de carnaval e programar as arrumações das coisas. Nesse ritmo já era para estarmos na páscoa.
Faz um mês que escuto minha mãe cantar marchinhas de carnaval e programar as arrumações das coisas. Nesse ritmo já era para estarmos na páscoa.
Teve um carnaval, eu ainda meninotinha, resolvemos acampar. Tinha uma casa, e tinha muita gente na casa. E tinha também uma barraca, e muita criança na barraca. Dormimos na barraca. Um dia só. Desistimos logo depois. Eu não lembro bem porque desistimos. Acho que meu pai fez a gente desistir, foi ele quem ficou conosco lá na barraca. (?)
O Carnaval é legal. E essa rima ficou horrível.
É por essas e (muitas) outras que digo: eu amo carnaval
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